Pular para o conteúdo principal

Dez comportamentos que destroem os melhores casamentos

Fernanda Santiago Valente

Casamentos que parecem não ter mais jeito, onde os cônjuges não se respeitam e até que abusam fisicamente um do outro são assuntos abordados no livro Castelo de Cartas, de Gary Chapman. Autor de outros livros como “As cinco linguagens do amor”, “Agora você está falando a minha linguagem“, “A essência das cinco linguagens do amor”, entre outros... Gary explica em Castelo de Cartas as experiências de casais que estavam com os seus casamentos totalmente destruídos pela falta de comunicação, falta de tempo e principalmente falta de respeito, mas que através de conselho e análise pastoral na vida de cada um, pode descobrir o problema e ajudá-los a serem felizes, e principalmente, restaurados pela mudança.
O livro relata em todo o momento que devemos abandonar os mitos, aqueles que dizem que o ambiente determina o nosso estado mental. Um exemplo, será que eu não terei jeito se nasci num ambiente violento, ou o qual meus pais fumavam, me abusaram ou me rejeitaram? Ao contrário do que muitos dizem, a pessoa pode sim não ser refletida pelo ambiente que vive, pois as pessoas podem mudar de opção e viver melhor que seus pais ou ambiente determinado. Um casamento infeliz pode ser consertado. O divórcio não é a opção final de todos os problemas. Há esperança. Basta que o casal procure ajuda e tente analisar seus conceitos de vida.
Neste livro, Gary também enfatiza as cinco linguagens do amor e mostra o que cada um dos cônjuges precisam para aprender a falar a linguagem do outro:

1 - Palavras de afirmação
Dizer verbalmente a seu cônjuge as coisas boas que ele faz

2 - Tempo de qualidade
Dar atenção completa a seu cônjuge

3 - Presentes
Dar a seu cônjuge um presente que diz “eu estava pensando em você”

4 - Atos de serviço
Fazer a seu cônjuge algo que lhe é significativo

5 - Toque físico
Beijar, abraçar, dar tapinhas nas costas, segurar as mãos, ter relação sexual

Além das linguagens do amor, o autor também fala sobre os princípios da realidade da vida de cada um, e como aplicá-los no casamento:

1 - Sou responsável por minha própria atitude

2 - Minha atitude afeta minhas ações

3 - Não posso mudar os outros, mas posso influenciá-los

4 -Minhas emoções não controlam as minhas ações

5- Admitir minhas imperfeições não significa que eu seja um fracasso

6 - O amor é a mais poderosa arma para o bem do mundo

Como todos esses princípios que temos que viver em nossas vidas, Gary também explica sobre como aplicar a necessidade de amor, liberdade, relevância, recreação e paz com Deus em nossas vidas.
O cônjuge irresponsável, o que só pensa no trabalho, o que é controlador, o que não se comunica, que pratica abuso verbal e físico, o que pratica e sofre de abuso sexual, o alcoólico e usuário de drogas, o depressivo... São todos citados no livro através de análises de vida de cada um, onde cada casal conseguiu aprender a se autoconhecer e escolher a mudança para suas vidas. Se o seu casamento está a ponto de desabar, acredite que se você estiver disposto a mudar e procurar ajuda há esperança.

Castelo de Cartas - Dez comportamentos que destroem os melhores casamentos
Gary Chapman
Setembro, 2009.

Gary Chapman é graduado pelo Instituto Bíblico Moody, pela Faculdade Wheaton e pela Universidade de Wake Forest (Antropologia). Possui, também, pós-graduação e doutorado pelo Seminário Teológico dos Batistas do Sul e pela Universidade da Carolina do Norte. 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Ninguém pode limitar os seus sonhos

Por Fernanda Valente


E se uma garotinha surda decidir ser bailarina? Quem impedirá? Estamos aqui para incluir e transformar. Isso é o que você poderá conferir ao assistir o curta-metragem de animação Tamara, produzida e criada por House Boat Animation. O filme é muito interessante para passar em sala de aulas para explicar a diversidade às crianças. Está disponível na Internet e serve como ferramenta para promover valores como respeito e empatia. Tamara é uma garotinha surda que quer ser bailarina. Qual é a barreira que os professores e os alunos podem tirar disso?

Fernanda Valente - Jornalista com especialização em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Estudou teatro, fazendo parte do Grupo GEXTUS (Grupo Experimental de Teatro da UniSantos). É Instrutora da Libras (Língua Brasileira de Sinais). Ministrou aulas de design gráfico para surdos. Trabalhou como produtora e repórter em alguns programas de TV regionais. Hoje se dedica a trabalhos de comunicação digital e ao …

Dois filmes sobre deficiência física para assistir no dia dos namorados

Por Fernanda Valente
Trago hoje dois filmes para reflexão. Como eu era antes de você é um filme que mexe com as nossas emoções. Porém, foge de toda a ideia que tratamos sobre a inclusão. Penso que o personagem na história, Will, que é tetraplégico joga fora tudo o que estamos vendo como evolução nos dias de hoje. A deficiência física é tratada como um caos, como algo sem solução, sem esperança, sem fé... É jogar fora todo o amor de Louisa. Veja o filme e entenda a minha frustração.



Já o filme Ferrugem e Osso, que também trata de um romance mostra uma construção rica e verdadeira de uma pessoa que adquire a deficiência física após um acidente. Vai mostrar a depressão, a adaptação, aceitação e novas possibilidades de vida. Não acabou. Há possibilidades. Há vida!



Feliz dia dos Namorados! Deixo abaixo uma linda poesia pessoal do meu amigo poeta Luiz Augusto que fala sobre construção familiar. 

O Cravo e a Rosa

Ainda um jovem cravo Uma rosa encontrei Com pétalas aveludadas Por ela me encantei
No j…

Estações do Ano

Nos vastos campos verdejantes Desabrocham flores silvestres Que com variadas tonalidades Dão vida!À linda paisagem agreste.
É tempo da primavera... Colorida estação... Que enfeita a natureza À espera do verão:
Espetáculo tropical Que ocorre cada ano Para que no ato final Caiam as folhas no outono.
Este ciclo "vicioso" O inverno encerrará Para que lindas flores Voltem aos jardins enfeitar!
Autor:Luiz Augusto da Silva Olímpia- São Paulo- Brasil Data:20/03/2011
Afinal, porque as folhas caem... Sabem?
Um abraço fraterno à espera do inverno...