Pular para o conteúdo principal

Seres Especiais

Por Luiz Augusto da Silva


Devemos sempre insistir na busca dos ideais.
Perseverar sem cansaço, até às metas finais.
Recorrermos aos meios, humanos e materiais.
Confiantes no apoio, dos Seres Especiais.
Sermos sempre otimistas, acreditando nas forças divinas.
Fortalecidos pelo altruísmo, impulsos que reanimam.
Felizmente neste mundo, os amigos aparecem.
Aumentam as energias, que aos idealistas fortalecem.
Agosto /2008
(Modificado)

Comentários

Minha Sintonia, boa tarde!
Sempre sou grato pelas publicações dos meus poemas com lindas ilustrações.
Feliz Dia do Amigo para todos nós.
Beijos nos corações! ♡♡

Postagens mais visitadas deste blog

Enfeites de Natal em potes, vasos e garrafas de vidro

Pra quem ama artesanato e enfeitar a casa para o Natal, a hora é agora. Deixo abaixo algumas dicas para fazer com taças, garrafas, potes e vasos de vidro: 


















Roberto Carlos, O contador de Histórias

Fernanda Santiago
O contador de Histórias – Se você ainda não assistiu ao filme, recomendo que coloque na sua lista. Sabe aquelas histórias envolventes e reflexivas? Será que vale a pena investir numa pessoa que todo mundo diz que não tem jeito? Esta história verídica diz que sim. O filme conta a história de Roberto Carlos, um menino que teve sua primeira infância na Febem, devido a ignorância da sua mãe, mostrando o que a falta de educação e instrução faz com a sociedade. Para o sistema, Roberto Carlos era mais um “delinquente”, mas a condição de vida dele começou a mudar quando surgiu na Feben, uma educadora francesa que assumiu um papel maravilhoso na sua vida: o aceitou, o educou, o instruiu e acima de tudo, ensinou na prática que o amor é um longo exercício de paciência. Faz tempo que assisti ao filme, mas recentemente encontrei uma palestra do próprio Roberto Carlos no YouTube. Fiquei encantada. Hoje, é ele quem assume o papel de educador. Além disso, ele faz com outras crianças o…

Resenha: Contos de enganar a morte , de Ricardo Azevedo, 1ª edição - 2003.

Por Thiago Grass
Pode-se dizer que o folclore é uma força em constante movimento, uma fala, um símbolo, uma linguagem que o uso torna coletiva. Por meio dele, as pessoas dizem e querem dizer. E a dica de leitura bebe justamente dessa fonte da cultura popular. No livro “Contos de enganar a morte”, o escritor Ricardo Azevedo explora esse tema tão delicado de forma leve e criativa. O próprio autor menciona na obra:
Trata-se de um grave erro considerar a morte um assunto proibido ou inadequado para crianças. Heróis nacionais como Ayrton Senna, presidentes da república e políticos importantes, artistas populares, parentes, amigos, vizinhos e até animais domésticos infelizmente podem morrer e morrem mesmo. A morte é indisfarçável, implacável e faz parte da vida (AZEVEDO, 2003, p.58).
Portanto, o livro reúne quatro narrativas sobre a “hora de abotoar o paletó”, “entregar a rapadura”, “bater as botas”, “esticar as canelas”. Nesses contos, os personagens se defrontam com a morte, contudo, ninguém …