Pular para o conteúdo principal

A Educação Proibida

Firme na Rocha!

Fernanda Santiago Valente

Acredito sempre na força maior de Deus, aquele que coloca propósitos eternos no nosso coração. Todo ser humano passa por aflições, angústias, mas só conseguimos nos livrar delas com a ajuda do divino. Se não depositamos a confiança no nosso Criador, tudo fica sem vida, pois perder a esperança é lentamente perder a fé.
Deus. Jesus. O Espírito Santo. A trindade que edifica o nosso coração. Quais são os lugares que temos plantado os nossos sonhos? No começo do ano, recebi da minha igreja um vaso com sementinhas de girassol. Eles morreram. Eu não sabia cultivar girassóis. Porém, fiquei presa a todo o simbolismo sobre o significado de plantas sementes, ficar disposta em conhecer sementes, perceber que o girassol cresce virado para o sol, notar que precisa de luz. Fiquei com a reflexão: onde estou plantando as minhas sementes? Os meus sonhos, a minha vida, os meus relacionamentos. Tudo o que pertence a Deus é eterno.
Temos que colocar em prática tudo o que estamos recebendo de Deus. Só que viver momentos ruins são inevitáveis. Existem sim problemas relacionados à minha família que me angustiam. Uma dor que gostaria de eliminar agora. No entanto, só me resta seguir e olhar para o Senhor, focando nas sementes, no melhor que posso ser, no melhor que posso fazer diante aos obstáculos.
Peço a Deus que eu consiga me manter firme, que nenhuma tempestade venha a me derrubar. Que todos os meus sonhos estejam no centro da vontade do PAI! Hoje é o meu aniversário, mais um ano para renascer, edificar!


Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
Mateus 7:24,25

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dez Comportamentos que destroem os melhores casamentos

Por Fernanda Santiago
Casamentos que parecem não ter mais jeito, onde os cônjuges não se respeitam e até que abusam fisicamente um do outro são assuntos abordados no livro Castelo de Cartas, de Gary Chapman. Autor de outros livros como “As cinco linguagens do amor”, “Agora você está falando a minha linguagem“, “A essência das cinco linguagens do amor”, entre outros... Gary explica em Castelo de Cartas as experiências de casais que estavam com os seus casamentos totalmente destruídos pela falta de comunicação, falta de tempo e principalmente falta de respeito, mas que através de conselho e análise pastoral na vida de cada um, pode descobrir o problema e ajudá-los a serem felizes, e principalmente, restaurados pela mudança. O livro relata em todo o momento que devemos abandonar os mitos, aqueles que dizem que o ambiente determina o nosso estado mental. Um exemplo, será que eu não terei jeito se nasci num ambiente violento, ou o qual meus pais fumavam, me abusaram ou me rejeitaram? Ao cont…

Agosto acabou... UFA!

Fernanda Santiago

Nunca fui de acreditar em superstição, mas agosto nunca foi um mês agradável pra mim e nem mesmo para a História: a Primeira Guerra Mundial começou no dia 1º de agosto de 1914, as cidades de Hihoshima e Nagasaki foram atacadas com bombas atômicas nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, matando mais de 200 mil pessoas, foi em 2 de agosto de 1934 que Adolf Hitler se tornou Chefe de Estado da Alemanha, entre outros fatos... Não é à toa que é considerado o mês dos desgosto ou da desgraça. A expressão "Mês do Cachorro Louco" tem a ver com com as cadelas que ficam no cio, devido as condições climáticas, os cachorros ficam "muito loucos" e brigam para possuir a fêmea.  E não é só bicho que fica louco: Getúlio Vargas se suicidou no dia 24 de agosto de 1954, muitos católicos e protestantes se mataram em nome de Deus na Irlanda do Norte, em 12 de agosto de 1968, Juscelino Kubitscheck morreu num acidente de carro, em agosto de 1976... Aqui em Santos, caiu um avião, qu…

Resenha: Contos de enganar a morte , de Ricardo Azevedo, 1ª edição - 2003.

Por Thiago Grass
Pode-se dizer que o folclore é uma força em constante movimento, uma fala, um símbolo, uma linguagem que o uso torna coletiva. Por meio dele, as pessoas dizem e querem dizer. E a dica de leitura bebe justamente dessa fonte da cultura popular. No livro “Contos de enganar a morte”, o escritor Ricardo Azevedo explora esse tema tão delicado de forma leve e criativa. O próprio autor menciona na obra:
Trata-se de um grave erro considerar a morte um assunto proibido ou inadequado para crianças. Heróis nacionais como Ayrton Senna, presidentes da república e políticos importantes, artistas populares, parentes, amigos, vizinhos e até animais domésticos infelizmente podem morrer e morrem mesmo. A morte é indisfarçável, implacável e faz parte da vida (AZEVEDO, 2003, p.58).
Portanto, o livro reúne quatro narrativas sobre a “hora de abotoar o paletó”, “entregar a rapadura”, “bater as botas”, “esticar as canelas”. Nesses contos, os personagens se defrontam com a morte, contudo, ninguém …