Pular para o conteúdo principal

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: Livros Essenciais nas Bibliotecas de São Paulo

Espetáculo narra a história da escritora Conceição Evaristo na Oficina Cultural Alfredo Volpi

O trabalho tem trilha sonora ao vivo, unindo literatura e música

Uma das principais escritoras da literatura brasileira, Conceição Evaristo é homenageada no espetáculo Canto de vida e obra: Conceição Evaristo, que acontece no dia 30 de novembro, quinta-feira às 20h na Oficina Cultural Alfredo Volpi, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo gerenciada pela Poiesis.
O trabalho do Coletivo Morabeza transforma a história da escritora em uma narrativa literária e musical. Encenado desde agosto de 2016, já foi apresentado em espaços como Sesc Santos, Itaú Cultural, Sesc 24 de Maio, entre outros.

Nascida em Belo Horizonte em 1946, Conceição Evaristo conciliou os estudos com o trabalho como empregada doméstica até concluir o curso Normal – habilitado para lecionar no ensino fundamental, em 1971, aos 25 anos. Mudou-se então para o Rio de Janeiro, onde passou em um concurso público para o magistério e estudou Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Também é mestra em Literatura Brasileira pela PUC-Rio e doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense.
Na década de 1980, Conceição entrou em contato com o Grupo Quilombhoje. A estreia dela na literatura foi em 1990, com lançamentos na série “Cadernos Negros”. A poeta traz em sua literatura profundas reflexões acerca das questões de raça e de gênero, com o objetivo de revelar a desigualdade velada em nossa sociedade e resgatar a memória da diáspora africana. Seu livro “Ponciá Vicêncio” (2003) foi traduzido para o inglês e publicado nos Estados Unidos em 2007.

SERVIÇO: Canto de vida e obra: Conceição Evaristo
30/11, quinta-feira, 20h
Recomendação etária: livre
Duração 60 min.
Atividade gratuita sem necessidade de inscrição prévia. Chegar com 30 minutos de antecedência. 40 lugares.

Oficina Cultural Alfredo Volpi
Rua Américo Salvador Novelli, 416 – Itaquera – São Paulo/SP
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 10h às 22h. Sábados, das 10h às 18h.
Mais informações: (11) 2205-5180 | 2056-5028 | alfredovolpi@oficinasculturais.org.br

Acessibilidade no local.

Divulgação/ Assessoria de Imprensa - Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha: Contos de enganar a morte , de Ricardo Azevedo, 1ª edição - 2003.

Por Thiago Grass Pode-se dizer que o folclore é uma força em constante movimento, uma fala, um símbolo, uma linguagem que o uso torna coletiva. Por meio dele, as pessoas dizem e querem dizer. E a dica de leitura bebe justamente dessa fonte da cultura popular. No livro “Contos de enganar a morte”, o escritor Ricardo Azevedo explora esse tema tão delicado de forma leve e criativa. O próprio autor menciona na obra: Trata-se de um grave erro considerar a morte um assunto proibido ou inadequado para crianças. Heróis nacionais como Ayrton Senna, presidentes da república e políticos importantes, artistas populares, parentes, amigos, vizinhos e até animais domésticos infelizmente podem morrer e morrem mesmo. A morte é indisfarçável, implacável e faz parte da vida (AZEVEDO, 2003, p.58). Portanto, o livro reúne quatro narrativas sobre a “hora de abotoar o paletó”, “entregar a rapadura”, “bater as botas”, “esticar as canelas”. Nesses contos, os personagens se defrontam com a m...

Alfabetizando pelo som

Fernanda Valente Cada criança tem uma maneira de aprender, algumas aprendem pela imagem, outras pelo som. Recentemente ajudei uma criança a ler só separando as vogais e as consoantes pelos sons. Essa criança tem muita habilidade com números, gosta de ouvir histórias, tem uma oratória excelente, mas tinha dificuldade na leitura, não conseguia associar as letrinhas por imagens.  Então, criei uma historinha para chamar a atenção, ela sabia os sons das letras, no entanto, foi só explicar que primeiro temos o som, o a e i o u e podemos juntar com as outras letrinhas e formar sílabas - ba - be - bi - bo - bu, que vira uma palavra, boba, que se transforma numa frase: A menina é bonita, e depois podemos desenvolver um texto: A menina é bonita e gosta de estudar. Ela veste roupas bem coloridas. O cabelo dela é vermelho e seu rosto cheio de sardas. Os olhos dela brilham. Em apenas uma hora de estudo, a criança conseguiu identificar as letras e formar palavrinhas. Deixei como um sistema de es...