Pular para o conteúdo principal

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: Livros Essenciais nas Bibliotecas de São Paulo

Passeio no Centro Histórico de Santos com as crianças

Quer fazer um passeio bem gostoso neste final de semana? Visite o centro de Santos. Vá cedo, faça uma visita na Bolsa Oficial do Café e conheça toda a história do café. A entrada custa R$ 6,00. Depois disso, aproveite para tomar um cafezinho.
Ainda no centro, se você estiver com crianças, vale à pena passear de bondinho, que funciona das 11 às 17 horas. O percurso começa na Praça Mauá, no Centro. Ao longo do passeio, percorrem-se vários pontos históricos: Conjunto do Carmo, Pantheon dos Andradas, Correios, Paço Municipal, Local onde nasceram Bartolomeu e Alexandre Gusmão, Casa da Frontaria Azulejada - Arquivo Permanente (FAMS), Santuário Santo Antônio do Valongo, Estação de Trem do Largo Marquês de Monte Alegre - Valongo, Casarões do Valongo - ruínas, Bolsa do Café - Museu dos Cafés do Brasil, Câmara Municipal - Casa José Bonifácio, Associação Comercial, Construtora Phoenix, Alfândega e Mausoléu a Brás Cubas - Fundador de Santos.
Além disso, também é possível conversar com os vovôs, do Projeto Vovô Sabe Tudo. São idosos que conhecem toda a história da Cidade e dos bondes de Santos. Todos eles trabalharam nos bondes quando eram jovens.

Se quiser estender o passeio, vá até o final da Rua Itororó e aproveite para visitar o Monte Serrat, subindo de escadas ou bondinho. A visão lá de cima é espetacular. As crianças vão amar.






Sr. José - foi condutor do Bonde - Projeto Vovô Sabe Tudo










Fotos: Fabian Roberto


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Poema da Maturidade

Por Luiz Augusto Ser poeta! É ser romântico. É ser lírico. É estado de espírito. É versificar! É deixar sua alma falar através de um simples olhar. É aprender as lições ensinadas pela vida, repleta de emoções. É a Deus agradecer; pois é Ele que inspira ao poeta a escrever. Ser poeta é no firmamento encontrar a constelação da virtude na galáxia da plenitude, que ofusca a falsidade para a realidade brilhar. Que nubla a violência e faz a existência reinar. É projetar no horizonte da liberdade a igualdade com a luz da fraternidade. É refletir na pujante mocidade centelhas de tenacidade e lampejos de prosperidade. É, com bondade no coração praticar e ensinar a perdoar, gerando espaços para o amor habitar. É reluzir com altruísmo e aos idosos acariciar para que, radiantes de alegria, cheguem a sorrir...chorar... É faze-los enxergar que as rugas esculpidas e delineadas pelo tempo; que os cabelos brancos ou cinzentos não retratam o envelhecimento. Sim; maior discernimento. É com maestri...

O dia da mulher e o Complexo de Cinderela

Por Fernanda Valente Em 1982 foi lançado o livro Complexo de Cinderela da escritora e jornalista Colette Dowling. A partir de 1950 algumas mulheres começaram a questionar sobre o seu papel no mundo, pois muitas, abandonadas por esposos ou na condição de viúvas tiveram que encontrar uma maneira de auto sustentar suas famílias. No entanto, mesmo conquistando novos espaços e concluindo cursos superiores, se viam completamente desprotegidas e inseguras perante à vida. Todas, independente do grau de instrução viviam em busca de um príncipe encantado, acreditando na ideia que eles as salvariam de toda insegurança e medo de ter o próprio controle da vida. No livro, a autora cita as suas próprias experiências, anexando entrevistas com outras mulheres, psiquiatras e cientistas. "Lá estava ele, o Complexo de Cinderela. Antigamente ele atacava meninas de dezesseis ou dezessete anos, impedindo-as muitas vezes de cursar uma faculdade e empurrando-as para o casamento. Agora ele ...

Quando a cultura discute problemas sociais

Uma sociedade formada por elfos, orcs, humanos e seres místicos, porém dividida pelo preconceito e a guerra. Esse é o cenário do filme original da Netflix Bright e do livro  Guerra das raças  de Daniel Jahchan. No filme, Joel Edgerton interpreta um orc policial, Nick Jakoby, que por conta de sua raça sofre preconceito dentro do batalhão em que trabalha, onde os policiais são todos humanos, incluindo seu parceiro Daryl (Will Smith), que não confia em Nick ou em seu trabalho como policial. O orc também sofre nas mãos de integrantes de seu próprio povo, que reprovam o fato dele ser policial. O mundo fantástico apresentado em  Guerra das raças  comporta elfos, anões, orcs, daemons, etc. O ódio entra essas raças é evidente, são mais de seis séculos de uma guerra em que ninguém mais consegue lembrar do motivo que iniciou tudo, mas o conflito entre os povos continua. Se um elfo se atrever a pisar em terras que pertencem aos anões, ou vice versa, as coisas não termin...