Pular para o conteúdo principal

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: Livros Essenciais nas Bibliotecas de São Paulo

No dia dos namorados não pode faltar vinho

Para todo casal apaixonado nada melhor do que comemorar o dia dos namorados com um brinde. E para isso, o enólogo francês Gaspar Desurmont destaca características de cada vinho para agradar paladares femininos e masculinos. 
Com toda tradição francesa, o enólogo traz para o Brasil a marca Vinhetica, que está presente nos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. O projeto é dele e de Jean Pierre Bernard, que desenvolvem um vinho sustentável e de qualidade na Campanha Gaúcha (vinhos tintos rosé) e na serra Gaúcha (vinho espumante). 
Presentear o parceiro com um vinho é a dica. E não pode esquecer de preparar o ambiente à luz de velas. O enólogo Gaspar explica que para as mulheres, o Terroir de Rosé é uma boa pedida. "Sua composição, com 50% de Teroldego e 50% de Merlot tem sabor suave e lhe atribuiu um tom rosado, que nos remete a delicadeza feminina", ressalta. Já para presentear os homens, a dica é o Terroir de Rouge, "um tinto cheio de vitalidade, apoiado por uma boa acidez no final, que na boca, tem bom equelíbrio. No paladar, encontram-se taninos suaves, com uma pitada de pimenta-do-reino. Características essenciais para deixar o namorado ainda mais apaixonado", sugere. 
Pra quem prefere jantar fora, os dois rótulos estão na carta de vinhos de vários restaurantes no Rio de Janeiro e São Paulo. Consulte a lista no site: www.vinhetica.com/onde-encontrar-os-vinhos-da-vinhetica







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha: Contos de enganar a morte , de Ricardo Azevedo, 1ª edição - 2003.

Por Thiago Grass Pode-se dizer que o folclore é uma força em constante movimento, uma fala, um símbolo, uma linguagem que o uso torna coletiva. Por meio dele, as pessoas dizem e querem dizer. E a dica de leitura bebe justamente dessa fonte da cultura popular. No livro “Contos de enganar a morte”, o escritor Ricardo Azevedo explora esse tema tão delicado de forma leve e criativa. O próprio autor menciona na obra: Trata-se de um grave erro considerar a morte um assunto proibido ou inadequado para crianças. Heróis nacionais como Ayrton Senna, presidentes da república e políticos importantes, artistas populares, parentes, amigos, vizinhos e até animais domésticos infelizmente podem morrer e morrem mesmo. A morte é indisfarçável, implacável e faz parte da vida (AZEVEDO, 2003, p.58). Portanto, o livro reúne quatro narrativas sobre a “hora de abotoar o paletó”, “entregar a rapadura”, “bater as botas”, “esticar as canelas”. Nesses contos, os personagens se defrontam com a m...

Alfabetizando pelo som

Fernanda Valente Cada criança tem uma maneira de aprender, algumas aprendem pela imagem, outras pelo som. Recentemente ajudei uma criança a ler só separando as vogais e as consoantes pelos sons. Essa criança tem muita habilidade com números, gosta de ouvir histórias, tem uma oratória excelente, mas tinha dificuldade na leitura, não conseguia associar as letrinhas por imagens.  Então, criei uma historinha para chamar a atenção, ela sabia os sons das letras, no entanto, foi só explicar que primeiro temos o som, o a e i o u e podemos juntar com as outras letrinhas e formar sílabas - ba - be - bi - bo - bu, que vira uma palavra, boba, que se transforma numa frase: A menina é bonita, e depois podemos desenvolver um texto: A menina é bonita e gosta de estudar. Ela veste roupas bem coloridas. O cabelo dela é vermelho e seu rosto cheio de sardas. Os olhos dela brilham. Em apenas uma hora de estudo, a criança conseguiu identificar as letras e formar palavrinhas. Deixei como um sistema de es...