Pular para o conteúdo principal

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: Livros Essenciais nas Bibliotecas de São Paulo

Leve o seu filho de 2 anos ao cinema!

Nas férias do início de ano, levei o meu filho ao cinema duas vezes, algumas semanas antes de completar dois anos. O Davi assistiu “Os Pinguins”. Pensei que ele não teria paciência, mas me surpreendi. Ele ainda vestiu o óculos 3 D e interagiu o tempo todo, dando risadas e gritinhos. Penso que vale a pena investir num passeio desses com crianças a partir dos dois anos, principalmente se o tempo estiver chuvoso. Neste mês tem duas estreias maravilhosas. Tenho certeza que o meu filho adorará. É a opção para o final de semana. Afinal, quem tem filhos pequenos também merece diversão. E eu, particularmente, me divirto no mundo infantil. Ter tempo para os filhos é qualidade de vida. Invista! 

Divertida mente 

Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no centro dos Estados Unidos, para viver em São Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, a Repulsa e a Tristeza. Embora esses grupos sejam normalmente organizados, a chegada de Riley a uma nova escola faz com que todas as emoções se misturem. 


Elenco: Amy Poehler, Bill Hader, Mindy Kaling, Phyllis Smith, Lewis Black, John Ratzenberger Direção: Pete Docter
Gênero: Infantil 
Duração: 94 min. 
Distribuidora: Walt Disney 
Classificação: Livre

Minnions 

Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão: servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre, eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com Scarlet Overkill (Sandra Bullock), que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo. 


Elenco: Sandra Bullock, Jon Hamm, Pierre Coffin 
Direção: Pierre Coffin, Kyle Balda 
Gênero: Infantil 
Duração: 91 min. 
Distribuidora: Universal 
Classificação: Livre

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Poema da Maturidade

Por Luiz Augusto Ser poeta! É ser romântico. É ser lírico. É estado de espírito. É versificar! É deixar sua alma falar através de um simples olhar. É aprender as lições ensinadas pela vida, repleta de emoções. É a Deus agradecer; pois é Ele que inspira ao poeta a escrever. Ser poeta é no firmamento encontrar a constelação da virtude na galáxia da plenitude, que ofusca a falsidade para a realidade brilhar. Que nubla a violência e faz a existência reinar. É projetar no horizonte da liberdade a igualdade com a luz da fraternidade. É refletir na pujante mocidade centelhas de tenacidade e lampejos de prosperidade. É, com bondade no coração praticar e ensinar a perdoar, gerando espaços para o amor habitar. É reluzir com altruísmo e aos idosos acariciar para que, radiantes de alegria, cheguem a sorrir...chorar... É faze-los enxergar que as rugas esculpidas e delineadas pelo tempo; que os cabelos brancos ou cinzentos não retratam o envelhecimento. Sim; maior discernimento. É com maestri...

O dia da mulher e o Complexo de Cinderela

Por Fernanda Valente Em 1982 foi lançado o livro Complexo de Cinderela da escritora e jornalista Colette Dowling. A partir de 1950 algumas mulheres começaram a questionar sobre o seu papel no mundo, pois muitas, abandonadas por esposos ou na condição de viúvas tiveram que encontrar uma maneira de auto sustentar suas famílias. No entanto, mesmo conquistando novos espaços e concluindo cursos superiores, se viam completamente desprotegidas e inseguras perante à vida. Todas, independente do grau de instrução viviam em busca de um príncipe encantado, acreditando na ideia que eles as salvariam de toda insegurança e medo de ter o próprio controle da vida. No livro, a autora cita as suas próprias experiências, anexando entrevistas com outras mulheres, psiquiatras e cientistas. "Lá estava ele, o Complexo de Cinderela. Antigamente ele atacava meninas de dezesseis ou dezessete anos, impedindo-as muitas vezes de cursar uma faculdade e empurrando-as para o casamento. Agora ele ...

Quando a cultura discute problemas sociais

Uma sociedade formada por elfos, orcs, humanos e seres místicos, porém dividida pelo preconceito e a guerra. Esse é o cenário do filme original da Netflix Bright e do livro  Guerra das raças  de Daniel Jahchan. No filme, Joel Edgerton interpreta um orc policial, Nick Jakoby, que por conta de sua raça sofre preconceito dentro do batalhão em que trabalha, onde os policiais são todos humanos, incluindo seu parceiro Daryl (Will Smith), que não confia em Nick ou em seu trabalho como policial. O orc também sofre nas mãos de integrantes de seu próprio povo, que reprovam o fato dele ser policial. O mundo fantástico apresentado em  Guerra das raças  comporta elfos, anões, orcs, daemons, etc. O ódio entra essas raças é evidente, são mais de seis séculos de uma guerra em que ninguém mais consegue lembrar do motivo que iniciou tudo, mas o conflito entre os povos continua. Se um elfo se atrever a pisar em terras que pertencem aos anões, ou vice versa, as coisas não termin...