Pular para o conteúdo principal

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: Livros Essenciais nas Bibliotecas de São Paulo

Amores e desafios de casa

Por Caroline Trevisan


Família, um grupo de pessoas vivendo sob o mesmo teto e cultivando amor, carinho, respeito, etc. 
Mas por serem seres humanos, têm defeitos e opiniões diferentes sobre alguns assuntos que podem atrapalhar um bom convívio. Sempre haverá possibilidade de discórdias, desentendimentos e stresses, quem nunca sentiu dificuldade de conversar com o filho adolescente, o marido nervoso ou a esposa na TPM? São situações comuns do dia-a-dia que sem equilíbrio emocional e paciência será difícil de resolver. 
Pode parecer fácil, mas exige muita força de vontade e concentração. Existem alguns exercícios para a aprender e praticar constantemente, um deles é a respiração. Tente fechar os olhos e respirar lentamente pelo nariz preenchendo os pulmões preenchendo os pulmões expandindo completamente o peito e o baixo ventre. Depois expire lenta e naturalmente pela boca ou pelo nariz. 
Tenha em mente que é fundamental e saudável manter a harmonia entre os membros familiares e valorize muito cada um, pois o tempo passa e as mudanças acontecem. Ame muito, beije, abrace, converse, demonstre todo o sentimento, pois você não sabe o dia de amanhã. Não espere perder para dar valor. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Resenha: Contos de enganar a morte , de Ricardo Azevedo, 1ª edição - 2003.

Por Thiago Grass Pode-se dizer que o folclore é uma força em constante movimento, uma fala, um símbolo, uma linguagem que o uso torna coletiva. Por meio dele, as pessoas dizem e querem dizer. E a dica de leitura bebe justamente dessa fonte da cultura popular. No livro “Contos de enganar a morte”, o escritor Ricardo Azevedo explora esse tema tão delicado de forma leve e criativa. O próprio autor menciona na obra: Trata-se de um grave erro considerar a morte um assunto proibido ou inadequado para crianças. Heróis nacionais como Ayrton Senna, presidentes da república e políticos importantes, artistas populares, parentes, amigos, vizinhos e até animais domésticos infelizmente podem morrer e morrem mesmo. A morte é indisfarçável, implacável e faz parte da vida (AZEVEDO, 2003, p.58). Portanto, o livro reúne quatro narrativas sobre a “hora de abotoar o paletó”, “entregar a rapadura”, “bater as botas”, “esticar as canelas”. Nesses contos, os personagens se defrontam com a m...

Alfabetizando pelo som

Fernanda Valente Cada criança tem uma maneira de aprender, algumas aprendem pela imagem, outras pelo som. Recentemente ajudei uma criança a ler só separando as vogais e as consoantes pelos sons. Essa criança tem muita habilidade com números, gosta de ouvir histórias, tem uma oratória excelente, mas tinha dificuldade na leitura, não conseguia associar as letrinhas por imagens.  Então, criei uma historinha para chamar a atenção, ela sabia os sons das letras, no entanto, foi só explicar que primeiro temos o som, o a e i o u e podemos juntar com as outras letrinhas e formar sílabas - ba - be - bi - bo - bu, que vira uma palavra, boba, que se transforma numa frase: A menina é bonita, e depois podemos desenvolver um texto: A menina é bonita e gosta de estudar. Ela veste roupas bem coloridas. O cabelo dela é vermelho e seu rosto cheio de sardas. Os olhos dela brilham. Em apenas uma hora de estudo, a criança conseguiu identificar as letras e formar palavrinhas. Deixei como um sistema de es...