Pular para o conteúdo principal

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: Livros Essenciais nas Bibliotecas de São Paulo

Língua Brasileira de Sinais é tema de curso de extensão da FESPSP

Aulas de Libras começarão no próximo dia 8 de maio.

A história da educação de surdos no Brasil e no mundo é um dos temas abordados no curso de extensão de Libras – Língua Brasileira de Sinais, da FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), que iniciará no dia 8 de maio de 2017. "Com conteúdo prático e teórico, as aulas permitem que o aluno compreenda também as terminologias corretas na área da surdez e desmistifica conceitos errôneos em relação ao indivíduo surdo e sua atuação na sociedade", explica o professor Rubens Gomes, docente do curso. 
As aulas práticas incluem alfabeto manual, números, saudações, vocabulário básico e específico para a comunicação entre surdos e ouvintes, expressões não manuais e corporais. Enquanto as aulas teóricas abordam a cultura e a identidade surda, retrospectiva da história da educação dos surdos, inclusão do surdo na sociedade e Libras no Brasil e no mundo.
O curso de extensão em Libras é voltado a pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, educadores, assistentes sociais, psicólogos, fonoaudiólogos, enfermeiros, deficientes auditivos e demais interessados. Voltado, também, a professores das diversas áreas de saber e níveis de ensino. Mais informações pelo telefone 3123-7800 ou 3123-7823 ou pelo e-mail extensao@fespsp.org.br. 
Serviço
Curso de Extensão – Libras
Local: Campus FESPSP – Rua General Jardim, 522 – Vila Buarque, São Paulo - SP
Período: 8 de maio a 26 de junho de 2017. 
Horário: Segundas-feiras, das 19h às 22h30. 
Carga Horária: 32 horas
Docente: Rubens Gomes

Divulgação

Comentários

Anônimo disse…
Querida amiga,aprendo muito contigo.Pensava que libras fosse apenas um código de comunicação através de sinais.No entanto é muito mais:_é a liguagem das pessoas especiais.Estou certo?
Fernanda, boa tarde e Deus lhe ilumine sempre no cumprimento da sua divinal missão vocacional.Beijos no coração! ♡♡♡♡
Anônimo disse…
Luiz Augusto da Silva

Postagens mais visitadas deste blog

O filho Eterno

Por Fernanda Valente O filme está disponível recentemente na Net Flix e é inspirado no livro do escritor Cristóvão Tezza que desafia a contar a história do seu filho com Síndrome de Down, situação vivida entre os anos 80 e 90. O filme é dirigido por Paulo Machline e tem como atores principais Marcos Veras, interpretando Roberto, nome fictício para o Cristóvão, Débora Falabella que interpreta Cláudia, sua esposa e Pedro Vinícius, ator que interpreta Fabrício, o filho do casal. Não vou mandar nenhum spoiler, mas é um filme que todo educador tem que assistir e captar mensagens. Nos anos 80 e 90, as crianças com Síndrome de Down eram rejeitadas em escolas comuns. A rejeição tanto pelo pai como a escola é tratada no filme. Porém, a parte positiva é que mostra estudos acontecendo, na arte, fisioterapia, psicopedagogia, abrindo o caminho para as novas possibilidades que temos hoje. Atualmente, muitos querem novamente segregar as crianças. Não é saudável. O olhar para a criança com síndr...

Quem conduz a dança?

Por Fernanda Santiago Valente   Ela está sentada, quieta, na dela, só a esperar um daqueles moços do salão convidá-la a dançar. Enquanto ela ainda não fixa seus olhos num daqueles que estão à procura de alguém para dançar, ela observa os passos daqueles que já estão dançando. Algumas moças conduzem os rapazes, que confusos e atrapalhados, não olham nos olhos. Eles cismam em olhar para os pés. A dança não acontece e ficam intrigados porque não conseguem aprender os passos. Perna esquerda ou direita à frente? E na mera distração pisam nos pés das moças... mas estes, não podem desistir, eles querem aprender a dançar, e enfim, conduzir a dança. A primeira regra para dançar é se concentrar. É preciso decorar na mente dois pra lá dois pra cá, um pra frente, um pra trás e gira. Depois de decorar os passos é preciso muita firmeza e segurança. Com isso, escolher a dama e definitivamente conduzi-la. A moça ainda está lá sentada, só observando os casais e esperando um daqueles...