Pular para o conteúdo principal

Dia Mundial da Conscientização do Autismo: Livros Essenciais nas Bibliotecas de São Paulo

Live do Instituto Serendipidade aborda a rotina de famílias com diagnósticos raros

Fernanda Valente 
O Instituto Serendipidade, uma organização sem fins lucrativos dedicada à inclusão de pessoas com deficiência, promove a live "Famílias Raras: como é a rotina além do diagnóstico?" nesta segunda-feira, 24 de fevereiro, às 20h. O evento será transmitido ao vivo pelo Instagram da entidade https://www.instagram.com/institutoserendipidade.
A live tem como propósito discutir as experiências diárias de famílias que lidam com diagnósticos raros, focando não apenas nos desafios, mas também nas conquistas e aprendizados que permeiam suas rotinas. Participarão do bate-papo Gabriela Roza, autora do livro MATERnana: Reflexões de uma maternidade atípica, e Deise Campos, mãe de Guilherme, que tem síndrome de Down e atua há 25 anos no Projeto Laços, um grupo de apoio voltado para essa síndrome. A mediação ficará por conta de Débora Goldzveig, gerente institucional do Instituto Serendipidade e fundadora do Projeto Irmãos.
O Instituto Serendipidade busca transformar a sociedade por meio da inclusão e promove iniciativas que destacam os benefícios da diversidade. A organização oferece programas que atendem diretamente o público, como o Programa de Iniciação Esportiva para crianças com síndrome de Down, o Programa de Envelhecimento para idosos com deficiência intelectual e o Projeto Laços, que acolhe famílias que recebem diagnósticos de deficiência. Atualmente, o Instituto impacta mais de um milhão de pessoas em suas ações.
Para ficar por dentro das iniciativas do Instituto Serendipidade e participar da live, siga o perfil oficial no Instagram: https://www.instagram.com/institutoserendipidade.
Sobre o Instituto Serendipidade
O Instituto Serendipidade tem como missão potencializar a inclusão de pessoas com deficiência, promovendo um impacto social relevante e colaborativo. A organização preza pela representatividade e respeito, criando pontes e gerando valor em prol da inclusão. Para mais informações, visite http://www.serendipidade.org.br e siga suas mídias sociais.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Grandioso Ser

Façam os fluidos divinos as nossas vidas pela fé fortalecidas; Sejamos seres confidentes e confiantes no Grandioso Ser. Ele dirige os nossos planos às horas certas; Facilita o alcance das nossas metas; Sempre o bem nos deseja; Dá solução ao problema  por mais difícil que seja.  Sejamos seus seguidores às pistas da terrena maratona.   Quem é Ele? É o Deus que aos seus filhos não abandona. Que maravilha! Ele nos ama vida toda! Amém!  Autor: Luiz Augusto da Silva Data: 14/11/2012

Rainha frutífera

Uma homenagem especial de Luiz, a sua eterna esposa Vera, a rainha do lar, dos corações e frutífera musa de poesias, canções e emoções, entre filhos e suas gerações:  Vieste a este mundo  Em missão especial  Realizar abençoada  A incumbência divinal. Ligação umbilical faz a União maternal com  Corações ritmados por  Intervalos musicais, entoarem  A cantiga da vida, com batimentos naturais. Fazendo em um ambiente tranquilo  Executar milagrosamente  Repetidas notas divinais  Retiradas das partituras angelicais que  Estimulam com a arte musical, reger com  Intensa maestria a multiplicação que  Reforça o propósito celestial, enquanto  Aguarda-se o momento ideal. Depois de nove meses  Abre-se a cortina transparente!  Surge, surpreendentemente, um  Inocente ser inteligente!  Lindo! Atraente!  Que vem do seu âmago! O Amor em forma de gente....

O filho Eterno

Por Fernanda Valente O filme está disponível recentemente na Net Flix e é inspirado no livro do escritor Cristóvão Tezza que desafia a contar a história do seu filho com Síndrome de Down, situação vivida entre os anos 80 e 90. O filme é dirigido por Paulo Machline e tem como atores principais Marcos Veras, interpretando Roberto, nome fictício para o Cristóvão, Débora Falabella que interpreta Cláudia, sua esposa e Pedro Vinícius, ator que interpreta Fabrício, o filho do casal. Não vou mandar nenhum spoiler, mas é um filme que todo educador tem que assistir e captar mensagens. Nos anos 80 e 90, as crianças com Síndrome de Down eram rejeitadas em escolas comuns. A rejeição tanto pelo pai como a escola é tratada no filme. Porém, a parte positiva é que mostra estudos acontecendo, na arte, fisioterapia, psicopedagogia, abrindo o caminho para as novas possibilidades que temos hoje. Atualmente, muitos querem novamente segregar as crianças. Não é saudável. O olhar para a criança com síndr...